segunda-feira, 30 de agosto de 2010

happiness

..aprendi que a felicidade não se grita aos quatro ventos.
a gente grita ela dentro de si. e a externa com um riso leve...

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

..dos traços que a vida faz

Tudo planejado. Horários, roteiro, caminho. De repente lá vem alguma coisa que muda o curso. Dá uma bagunçada legal. Quer mudar o trajeto, escolher outra rota, um modo diferente de ver as coisas. Não tão certo como planejado. Mas tudo bem, melhor assim, que continue. Depois de tudo, deixa estar. Prefere o antigo clichê, de que o tempo mostre.
E aí chega o redemoinho: bagunça, escabela, faz um vendaval, uma ventania... O inesperado bate a porta. Novas oportunidades sem sair do lugar, e um mundo que se abre..E é assim que é: um redemoinho, uma hora tudo vai, hora além tudo volta, em dobro e melhor.
Dos traços que a vida faz. Ela sabe tudo ajeitar.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

saudade. vida breve

Trancar o dedo numa porta dói.Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo, um tapa, um soco, um pontapé, dóem. Mas o que mais dói é a saudade. (m.m)
Dificilmente nos acostumamos com a ausência e a partida. Mas morrer é a consequência de viver. Não há escapatória.  E o que fazer enquanto se espera pela única certeza que temos na vida? O nono João saberia nos dizer muito bem.
Não esperar. Viver. Amar. Plantar uma árvore. Ter filhos e amá-los. Cultivar hortas e jardins. Jogar muita bocha, comer muita polenta, tomar um bom vinho, cantar bem alto músicas italianas. Ajudar a fundar a igreja. Erguer uma comunidade. Trabalhar sem cansar. Ver os filhos crescerem. Ver os netos crescerem. Ver os bisnetos crescerem...e amá-los. Enxergar toda a família reunida.
Foi dado ao nono o privilégio de viver todos os momentos que uma vida completa pode proporcionar. E ele os viveu com uma intensidade sem tamanho. Foi uma vida bonita, bem aproveitada e cheia de bondade.
Mas não dá pra falar de João sem Letícia. Juntos, o nono e a nona construíram o alicerce mais sólido que qualquer família pode ter. A simplicidade e a bondade deles foram conhecidas por todos que cruzaram nas suas vidas, ainda que por poucos instantes.
Lembraremos do nono sempre com um sorriso no rosto. Temos a certeza que agora ele tem o descanso merecido. Seu sorriso vai nos acompanhar para sempre.
Nono... onde o senhor estiver, saiba que seremos os herdeiros do seu caráter. Prometemos seguir seus passos de honestidade, de amor à vida, de fé, e principalmente... de união da família.
Não ficaremos tristes, pois não era assim que queria nos ver. Mas entenda, nono... a saudade aperta.
nossa última homenagem ao homem que merece o melhor lugar ao lado de Deus...
... hoje o céu ganhou mais uma estrela.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

aquilo que dá no coração

poucas músicas me chamam atenção logo de cara. segunda-feira, quando vi/ouvi a abertura oficial na novela passione, meus ouvidos já absorveram cada acorde da trilha sonora de abertura. não consigo parar de ouvir. e outra coisa, nunca fui muito chegada a novelas, mas essa tem me fisgado, pelo menos nesses primeiros capítulos (coisas que remetem à itália me dão um gostinho de "tô em casa", além daquela velha conhecida sensação de nostalgia...).
e pra completar, a música conseguiu me conquistar direitinho. confere aí o clipe de abertura, com o som lindo do lenine (aquilo que dá no coração).



terça-feira, 18 de maio de 2010

tantos dias - memórias de uma luta pela vida

Dificilmente a gente começa a ler um livro já sabendo o final da história - a menos que alguém estrague tudo e conte, claro. Mas no caso desse, é inevitável ler o nome do autor e, no máximo, o resumo da contracapa e não saber como termina. Mesmo sabendo, quis ele como uma das minhas aquisições da feira do livro (na verdade, presente do pai). Terminei de ler ontem, e não teve como evitar falar.
Marco Uchôa era repórter da TV Globo e decidiu transcrever em uma espécie de diário o processo de tratamento da sua luta contra o câncer, descoberto em 2002. A ideia era publicar um livro, quando finalmente estivesse  curado da doença. Como já se sabe, a doença o venceu.
O livro inteiro é de uma sensibilidade gigante. E sim, como era de se esperar, triste. Tantos dias - memórias de uma luta pela vida mostra ali, no autor daquelas anotações diárias e semanais, um grande lutador. Afinal, lutar contra algo que o consome, e já sabendo o final de tudo, deve ser a pior das batalhas; ainda mais quando se é atingido com apenas 34 anos, tendo um filho de seis, e uma baita carreira pela frente. A sensibilidade gritante do relato de Marco, alternado com o da mulher, Anna, deixa evidente o quanto uma doença assim afeta não apenas uma pessoa: todos que estão à sua volta acabam envolvidos. E aí, só então começa a se ter um novo olhar sobre o mundo, sobre as pessoas e sobre a vida.
Histórias como essa são um balde bem cheio de água fria na cara. Aquela coisa do tipo, "acorda pro que tu vives", temos tanto e reclamamos de tudo. Mas na correria do mundo, nunca paramos pra pensar em tudo que se tem, que se conquistou, e pra valorizar tudo o que vivemos. Ok, foi um pouco clichê esse texto, só que o livro foi uma ducha gelada pra mim também.
Acordar enquanto é tempo... :]

sábado, 15 de maio de 2010

onde seus pés nunca pisaram

 O ônibus descia a Presidente Vargas, numa tarde engarrafada. O trajeto era o mesmo pelo qual  percorria até semanas atrás. Antes confusa e medrosa por não conhecer aquele lado, agora já havia decorado todo o caminho. O destino  da tarde não era aquele típico. Tinha a sensação de ir contra a maré.
Por alguns  instantes, pensava em ser levada pela tal maré, mas para mais  longe. Não se  importaria em fazer mais cinco ou seis horas de viagem, desde que com a companhia de um bom livro ou um mp3. Mas pra chegar no desconhecido. Lá longe. Em algum chão onde seus pés nunca tenham pisado.
 Pra onde tenha sol.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

cobertura #zh

todo mundo twittado!
amanhã ocorrerão palestras com jornalistas da ZH em várias universidades do estado. a cobertura será feita por alunos da comunicação de todas as universidades q participarem. é uma iniciativa da zero hora, em comemoração ao aniversário. aí estão os palestrantes, nas suas respectivas universidades:

David Coimbra - Unisinos
Altair Nobre (editor-chefe) - Univates
Nilson Souza (ed. opinião do grupo RBS) - Ulbra
Ricardo Chaves (ed fotografia) - UcPel
Luiz Antonio Araújo(editor) - Unijuí
Tulio Millman - UPF
Rodrigo Lopes - Feevale
Humberto Trezi - IPA
Carlos Etchichury - Unicruz
Fernanda Zaffari - Unisc
Pedro Dias Lopes - Unifra e UFSM
Ricardo Stefanelli (diretor de redação) - UFRGS
Caroline Torma (editora) - UFSM (Cesnors)
Rosane de Oliveira - PUC
Moisés Mendes (editor especial) - Urcamp

e, aqui,
Pedro Lopes, editor de online da  Zero Hora,  estará na unifra as 19h; e nós, alunos da comunication, faremos a cobertura da palestra em tempo real, pelo twitter. então se liga aí nos links.

@licibrun , @maiara_bersch , @kkhorstmann , @leticia_sarturi , @mauroaraujo90 .



os tweets vão para o blog do editor, clica.
vamos para a prática do jornalismo online! #zh
acompanheeem!