domingo, 21 de fevereiro de 2010

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[Ser capitã desse mundo
Poder rodar sem fronteiras
Viver um ano em segundos
Não achar sonhos besteira]

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

O que não dá pra evitar...

foto melissa mattos

Me desculpem, mas não tem como evitar a ânsia em falar desse livro. Acabei de ler o Pra Ser Sincero - 123 variações sobre o mesmo tema, do Gessinger, e terminei a última página com vontade de voltar à primeira e ler tudo de novo. Claro, sou super suspeita pra falar, né, então, relevem. E não hesitei em ler todas as 123 letras de músicas  - sim, tinha várias que eu não conhecia. Entre uma sééérie de coisas que descobri sobre o seu Humberto, vi que ele também leu o livro o Lobo da Estepe, que inspirou o nome da banda O Teatro Mágico... inclusive tem uma música dele que fala em "O teatro mágico -entrada só para iniciados".
Também 'descobri', mesmo ouvindo a letra e não prestando atenção, que de acordo com o que seu Humberto leu certa vez, o mundo teve cinco extinções em massa sim, e 400 humanidades. ( e nós, com esses números?!)
Ah, e a música que fala na "bandeira tricolor na sacada em frente ao mar", na cabeça do seu Humberto, era a bandeira do Rio Grande do Sul na sacada do seu apartamento no Rio de Janeiro... mas, já viu as interpretações que saíram da frase, né ?!
E o que mais me deixou..."feliz", se assim posso dizer, foi o comentário da música 3x4. Sim, ouvi ela muitas vezes sussurada e em altos tons, nem sempre cantada pelo Gessinger. E não imaginava que fosse feita realmente pra Adriane, a mulher dele. No final do comentário, eu tive que sorrir.

"3x4: Dedicada à Adriane. De fato, perdi minhas chaves na primeira vez que fui à casa dela. Tri a fim de causar uma boa impressão, acabei fazendo todo mundo revirar móveis procurando um chaveiro do Snoopy. Não tive coragem de expor minha tese sobre sumiço de objetos, mundos paralelos, etc. Melhor ficar com fama de trapalhão do que maluco. Anos depois, me dei conta de que era um sinal. Uma premonição que não tive. Tava na cara que ia ser pra toda vida".
(PSS123, pág. 241)

Um pitaco crítico a respeito do livro? Poderia ter mais comentários sobre as letras. Váááárias que - imagino - renderiam comentários legais, e, no fim, ficou só a letra estampada na página. De resto, tudo tri! O Humberto usou das mesmas ferramentas às quais escreve as músicas (se formos reparar nas músicas, quantas e quantas frases iguais encontramos em músicas diferentes?). So, so! Recomendo pra quem é fã! Vai terminar de ler com um super suspiro bom, e uma boa sensação estranha...
Beijos!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

além do dia a dia

que esvazia a fantasia ...

passar mais de ano sem entender, e tentando entender nesse tempo todo. chegar no final, suspirar e perguntar se realmente é quem você conhece, ou, se afinal, você conhece ou conheceu mesmo.

vazio

 só a mudança é permanente



quero praiaaaaaaaaaaaa! e a minha família lindaaaa!! saudaaade

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Ainda em tempo...

2009 já foi embora a quase duas semanas, e eu quase abandonei esse lugarzinho. Mas nem se quisesse conseguiria. Depois de mais um intervalo de 'férias' do blog, cá estou, ainda em tempo, pra fechar (um pouco atrasada) 2009 com aquela velha retrospectiva de todos os anos...

É meio clichê, sim, mas é inevitável dizer que 2009 me fez crescer. Em altura, nunca mais, né gente! Mas em tamanho interior, demais. Em experiências que eu sei que precisava. E ainda preciso, e quero (sempre mais)!
Em resumo, 2009 me deu o Abra, de março a julho. Uma edição por mês, com reportagens - e cada uma, pronta e impressa, me deixava com o olho brilhando, mesmo sendo um jornalzinho interno da faculdade.
2009 me deu entrevistas inesquecíveis. Não só a com o Duca. Coloco na lista as conversas com os garis, com os jornaleiros, com os portadores da síndrome de Down, com as famílias do Itararé e do Por do Sol.
2009 me deu a monitoria da agência de notícias, e uma pauta atrás de outra, e semanas corridas - mas boas!!
2009 me deu o meu primeiro estágio. Experiência atrás de experiência, novidade atrás de novidade.
2009 me deu oportunidades... Que, espero, vão se consolidar nesse que chegou.
2009 me deu uma turma nova, um curso novo e mais gente ao  meu redor.
2009 me deu uma visão mais panorâmica desse mundinho. Me deu música e livros bons.
Mas 2010 tem que dar mais, muito mais ainda.
OUSAR é a palavra para esse ano.
Entrar nele com pé direito, pensamentos tranquilos e energia positiva...
Boto fé nesse ano que chegou. Feliz 2010, gente querida!!!


segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

lualinda, me dá um sorriso?

a lua tá linda, e eu enxergo ela daqui da minha cama, retinha em mim, ali na janela, sem nem precisar mexer o pescoço. amarelada, pela metade, gigante e olhando pra mim.  é só girar uns 45º e ela parece um sorriso. era o que eu precisava. um sorriso. lua linda, sorri pra mim?

domingo, 6 de dezembro de 2009

sem mandamentos

Conheci essa música no final do ano passado, apesar de ser de 1997, do cd "O vale encantado". (inclusive já coloquei a letra aqui, nesse post) (e viu só, passou despercebida pela lista das músicas do post debaixo. Eu falei que ia esquecer um monte!)
Hoje lembrei dela e resolvi jogar no YouTube e ver o que aparecia... Aí achei isso. Adorei o que ele fala no início, porque é exatamente o que eu sinto. Dá uma sensação de euforia, alegria, e dá pra ver sorrisos em todas as frases dessa letra. Por isso me apaixonei por ela logo na primeira vez que ouvi. Aí está !!



Ah! o Oswaldo Montenegro também é autor daquele poema lindo e que diz tudo, Metade, que se não me engano, é de 1988. Esse já é meu velho conhecido e quase decorado. E já que estamos falando dele, vaí aí também.



Agora acho que vou dormir bem!! :)
Beijoss

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

ritmos e trilhas que me embalam...

Não tem como não começar a lista das músicas da minha vida sem Hey Jude. Não que eu seja louca por Beatles nem que ouça direto a musica, mas que dormi muitas noites da minha infância ouvindo, isso foi. Nem sabia quem era Beatles e muito menos que fosse essa banda lendária. E nem era o Paul que cantava pra mim, era a mãe (cantando a versão em português, claro), ou a minha prima, Camila, tentando fazer a loirinha pequena pegar no sono. Até que conseguia, e essa música, quando toca, sempre vai me remeter a coisas que eu mal lembro... mas a memória auditiva traz as lembranças.
Outra clássica que sempre ouvi a mãe assoviando e cantarolando é Pra não dizer que não falei das flores, do Vandré. A garotinha nem sabia do que se tratava e todo o implícito de uma época envolvido naquela música.

E pra não dizer que não falei de Engenheiros, não imagino nada mais nostálgico que Herdeiro da Pampa Pobre. Engenheiros do Hawaii tocava direto no quarto do Fê, e meus poucos anos já cantarolavam junto. Até que, depois da mudança, resolvi recolher os cds espalhados pelas gavetas e trouxe cá pra mim.
(na verdade, nem posso me deter a um pequeno texto pra uma banda que mereceria  um post inteiro).

E é óbvio que se for falar em adolescência, e se eu for revirar meu roupeiro e enxergar a baby look - já velhinha - não tem como deixar passar: Cpm 22, assumidos emocore, e eu, naquele ano, assumida fanática. De tantas que me faziam gritar naquele show de novembro de 2005, dá pra escolher Tarde de outubro, Sonhos e Planos,Vidas que se encontram ...

Aí a gente passa pra loucura da trilha sonora adolescente. Nenhum de Nós: Julho de 83 lembra meus 14 anos, Um girassol da cor do seu cabelo me lembra a Camila, e Camila, Camila, também me lembra a Camila. Como Ironic, da Alanis.
Nando Reis, Por onde andei,  e todo aquele DVD acústico do Jammil gravado na Costa do Sauípe. Bota na lista: Chuva na janela, Paraíso.
Elis Regina aparece também por aqui, principalmente pela música que ouvi a Mari cantando (....meus irmãos perderam-se na vida a custa de aventuras) Romaria.

Então chega Coldplay com Yellow(look at the stars! look how the shine for you...) e depois com The Scientist, Maná com El Muelle de San Blas (Juli, ainda me acompanha nessa?)... São tantas!
Sei que depois chegou a hora dos Neis - Lisboa e Van Sória, com algumas poesias disfarçadas de música... Cascavelletes também entra na lista, mas não para uma lembrança muito boa com o Lobo da Estepe. (deixemos de lado...). Mas pra terminar com lembranças ótimas, fica o Volta Menina do Fabiano pra mim, aos cuidados no Nico Nicolaiewsky.

Tenho certeza que esqueci de muitas, muitas. Mas algumas estão aí. Elas são pedaços de mim, me embalam e me ajudam a restaurar pedacinhos do que eu já vivi. E nostálgica que sou, adoro lembrar de cada uma.