sábado, 23 de maio de 2009

desafinado coro dos contentes!

é isso que eu chamo aquela galera toda, aquela multidão em uníssono, aquele coro apaixonado, enlouquecido, eufórico, cantando com o coração. que mistura de sensações boas quando eu ouço todas aquelas músicas. que coisa boa gritar, bem desafinada, todas aquelas canções. que nostalgia.
vamos remar contra a corrente,
desafinado coro dos contentes!
ó o auê aí

gessinger+leindecker=poucavogal(sta maria,22.05.09)

segunda-feira, 11 de maio de 2009

mãe

eu lembro que em todas as vésperas de dia das mães eu chegava do colégio com um cartãozinho confeccionado na aula, cheio de trequinhos e minha letra maravilhosa com o "mamãe, amo vc". acho que aqueles meus garranchos ainda continuam guardados na gaveta do quarto deles.
mãe, dessa vez não teve cartãozinho do colégio com garranchos de aluno de 3ª série, mas é com o mesmo amorcarinhopaixão que eu te desejo feliz dia das mães, e as melhores coisas do mundoooo ! afinal tu é a melhor ! saudadona, tu é um orgulho gigantesco que eu tenho aqui!! te amo dona Vera!!


quinta-feira, 7 de maio de 2009

aquilo que me impulsiona

não sei dizer se foi ele que me escolheu ou se eu o escolhi. mas, se ele quem me escolheu, me fisgou direitinho. e se eu não nasci pra ele, estou aprendendo a me moldar a ele. e assim quero fazer pra sempre! ah, esse tal jornalismo...
confesso que mal lembro o momento exato em que decidi seguir essa palavrinha, mas agora sei bem que é isso que quero seguir na minha vida. todos os dias isso se confirma. não, nunca fui 'profí', nunca escrevi milhões de matérias nem passei por experiências grandiosas - galera, tô recém no humilde e torturante terceiro semestre da faculdade. mas as poucas coisas que experenciei já me deram o sabor que eu sempre busquei.
acontece que hoje fui fazer uma pauta sobre garis. ai, ai. parece tão simples. na verdade é. tão corriqueiro pra um repórter, fazer um roteiro de perguntas, entrevistar algumas pessoas, colher os dados, escrever. mas não é só isso. porque ninguém, além de mim, sabe descrever a emoção, a alegria, a euforia que me deu terminar aquelas entrevistas. cara, não foi NADA de diferente, nada extraordinário! mas foi a minha matéria! foi mais uma reportagem! uminha a mais! simplezinha, do meu jeitinho, nadíssima de grande coisa, mas... foi mais uma matéria que eu fiz!
pareço boba, como uma mãe se vangloriando de um filho que as vezes apronta alguma. mas eu sou assim, cada mínina coisinha é uma a mais...e assim vou. ah, eu não quero parar aqui. eu quero mais. quero mais desse gosto. e sei ha muito pra passar na melhor profissão do mundo. porque é isso que me impulsiona. e sei que preciso para o que vem pela frente.
e ainda perco essa timidez.

domingo, 26 de abril de 2009

madrugada

4:00 a.m. Ela abriu a persiana e foi pra sacada. ali, bem em frente, a maior estrela que aparecia no céu: retinho nela, a mais brilhante. algum sinal? ah, não pensa tanto em estrelas.
Ficou em pé, calada, ouvindo o silêncio da noite. A única sacada habitada do prédio na madrugada. Todas as outras, de todos os outros prédios, vazias. E escuras.
Do lado esquerdo, a escuridão medrosa. Do direito, a rua... poucos carros cruzavam. A guarita do porteiro do estacionamento iluminada, sem ninguém dentro. o que será que as pessoas fazem as quatro horas da manhã? tantos dormindo. e quantos sonhos!! outros em abraços e aconchegos... com seus amantes, amados, namorados. alguns trabalhando na noite fresquinha - talvez perigosa. muita gente cheia de ânimo em baladas. outros em porres e em zigue-zague pela rua... algum casal se conheceu hoje. quanta expectativa! os livros dormem na praça. e tem alguém passando fome. a senhora da venâncio deve estar num sono tranquilo. algum policial dormindo em viatura. alguém se quebrando em pontapés ...
Ouve uma música. Não, não é nenhum tipo de rock, muito menos eletrônica. Instrumental. Por instantes, isso a trouxe paz. de onde vem ese som? um tanto distante, vem de algum dos apartamentos dessa imensidão de prédios, a essa hora silenciosos. nem tentaria descobrir. a música continua, melodiosa, apaziguadora. o vento, gelado. quantos mais estariam em uma sacada, pensando no que o mundo faz a essa hora da madrugada? impossível encontrar resposta. respira. suspira.
4:27 a.m. fecha a persiana. o travesseiro e o colchão macios a aconchegam. o edredon a abraça. precisa pegar no sono.

terça-feira, 21 de abril de 2009

mal-vindo, friozinho

eu queria tanto, mas tanto esse ventinho gelado que quando chegou, tiiiiinha que me deixar desse jeito: completamente congestionada, entupida, trancada, nariz vermelho, olho pequeno, águas brotando das narinas e lágrima nos olhos a cada espirro. eu não aguento mais essa rinite.
p.s: mas, tomar um chimarrão ou um chazinho, deitar cheia de cobertas, agarradinha num abraço, ah, isso não tem preço, né ?

sábado, 18 de abril de 2009

tangos&tragédias&saudades

Então eu fui, quinta-feira, assistir àquela dupla cômica. Vindos diretamente da Sbooorrnia, esses sim sabem como arrancar e fazer ecoar as gargalhadas dentro de um recinto. É de morrer de rir a coreografia do Copérnico, a Aquarela da Sbornia, a música da verdadeira maionese e o desamor pela Ana Cristina. E o jeito que aqueles dois fazem o público interagir no espetáculo? Espetacular. Era todo mundo imitando euforicamente e com a barriga doendo de tanto rir, cada gesto das figuraças. Um coro na plateia. Além de toda arte de interpretar, esses caras ainda são músicos. Um violinista, outro acordeonista. E lá embalavam a noite para descansar das gargalhadas, com a conhecida Epitáfio, dos Titãs, provavelmente inspirada no Instantes, do Jorge Luis Borges. Foi de lavar alma de tanto rir e amenizar tudo com a tranqüilidade da canção.
Mas, aquele palco e as expressões do Hique Gomes e do Nico, o cenário e cada interpretação não me deixaram sentir outra coisa. Que saudade daquele frio na barriga por trás das cortinas, e que saudade de ver uma multidão sentada em cadeiras (não importa se eram 50 ou 450 pessoas, o coração pulava pela boca de qualquer jeito). E que saudade de jogar pra fora aqueles textos decorados, os gestos exagerados, colocar vida em cada frase. Que saudade da Lurdinha, da senhora dos ratos, do sarau literário e o soneto do amor total, do Vinicius; que saudade do Oscar Wilde e o “Loucos e Santos”. E que sensação boa olhar pra aquele palco e lembrar. Não, nunca subi naquele palco pra apresentar alguma peça de teatro. Mas me lembrou de um jeito vivo e bom.
Eu quero voltar a fazer teatro!!

terça-feira, 7 de abril de 2009

maximizou-se

alguém duvidava?
por alguns minutos eu imaginei que a Priscila ia chegar no milhão. Mas o max maximizou!
uma nota "relevante": realmente, a Priscila mostrou que não é só aquela potrancuda do post do dia 10/02. Ela tem garra, tem, pensamentos sensatos e bondade, também, mas... uma jornalista, escreve rasão, e descobre a leitura, dentro do bbb? bem, pra alguns, esse reality show até que acrescenta...
então, congratulations ao maximizado!!! (acabou a cultura inutil, prometo.)