quarta-feira, 30 de julho de 2008

Viva la vida!

Agora, neste exato momento, estou escutando Viva la vida, do novo cd do Coldplay que leva o nome dessa música. Dia desses a Juli comentou comigo sobre as novas músicas que eu ainda não tinha escutado, então resolvi chegar na net e ouvir. Na minha singela opinião, a-do-rei. Comentou-se que o cd tá muito deprimente. Bem, sobre isso não posso palpitar, porque só ouvi Viva la Vida e Lovers in Japan, por enquanto. Tudo bem, vou concordar que o título do cd não tem muito a ver com o "humor" das músicas. Mas, a maioria das músicas deles são assim, deprimentes, diga-se de passagem. Claro, quando se está na fossa, querendo se matar e vai pegar um cd do Coldplay pra ouvir, aí só falta cortar os pulsos, né.
Mas nada melhor que ir viajar com o sonzinho do Chris Martin, ouvir aquela voz doce antes de pegar no sono, nos devaneios da madrugada, ou então, nos momentos de trilha sonora com o seu namoradinho.
Essas músicas podem até ser rotuladas assim, melancólicas e deprimentes, mas, concordarão comigo, há momentos em que só elas acalmam...
Ah, e quem ainda não conhece a musiquinha que recebe o título do CD dos caras e quer ver/ouvir, clica aqui.
Até.

terça-feira, 29 de julho de 2008

PÁRA TUDO

o que estiver fazendo. eu preciso de você e tem que ser agora.

É, eu não tenho o que fazer, sem sono (ou, com sono, mas com uma extrema necessidade de escrever neste espaço que por enquanto é composto de três míseras linhas) e tô aí, 2 e 28 da manhã, tentando rascunhar por aqui idéias que insistem em ficar presas nessa cabeça.
Desculpa a franqueza, eu realmente só penso em frases soltas pra colocar aqui.

...e quando sorriu,
ficou ainda mais bonita.

tinha a força de quem sabe
que a hora certa vai chegar.

H.G

domingo, 27 de julho de 2008

uma bagunça

Depois de quase uma semana, vim aqui dar o ar da graça. E quem esperava aquele post inspirado, talvez continue esperando mais um pouco, porque, tá dificil. Sabe, é aquele negócio, quando milhões de coisas passam pela tua cabeça, não dá pra organizar tudo, muito menos escrever com a velocidade do pensamento. Mas a gente tenta.Acontece que aqui tá tudo bagunçado, mas é, tipo, uma sensação barulhenta de bem estar.


Enfim, como não estaria me sentindo bem? Além de todos os presentes e surpresas que tive nesse mês, eu tô com as pessoas que eu mais amo por aqui, e matando muitas saudades. Não tô nem aí se isso aqui tá meloso demais. É verdade.


E por mais que falem mal dessa cidadezinha pequena, escondida e de terra vermelha, eu gosto daqui. Voltaria a morar? Não, não voltaria. Mas eu gosto de passar por essas ruas. E como já escrevi um texto com um vasto número de linhas sobre esse assunto, pula.


Terça(22), a minha nona completou 90 felizes anos. Sim, noventa aninhos de vida, e sábado, é claro que teve festa da família, com direito àquela comilança, risadas, remembers, folia dos priminhos, discussões sobre futebol e a nova lei de trânsito, e o velho vinho colonial. E eu, como uma boa observadora, só consegui notar na minha nona, olhos felizes e realizados de ver aquele baita pessoal bem unido.


Um domingo bem bom pra comer o churrasquinho do pai, a sobremesa da mãe; com o chimarrão e a pipoca pra ver o Grêmio jogar; pra encontrar uns pedaços de mim e dar umas voltas pela cidade; pra chegar em casa e sentir e ver o que me faz ter uma sensação barulhenta de bem estar. (perdão à repetição da frase).
E um post bem bagunçado, pela falta de assunto.
Até.

terça-feira, 22 de julho de 2008

frio pra dormir

Eu até queria escrever um texto bonitinho e bem elaborado hoje, mas vou deixar minha inspiração pra amanhã. Tenho pensado em várias coisas hoje, o que me faz imaginar que esse segundo semestre do ano vai ser um tanto diferente, mas enfim, papo pra outra hora.
E finalmente começou a esfriar por aqui. Já tava na hora, eu quero o frio daqui, pra aproveitar a lareira de casa, tomar o capuccino da mãe, comer bergamota no sol, e pra dormir. Por isso eu gosto do inverno. Além de comer como uma condenada, tomar muito chazinho, cafezinho e chocolate quente, é a melhor época pra não ter vontade de sair da cama.
Tá, e agora eu vou ler meu on the road, que tô lendo desde o ano passado e ainda não terminei.
juro que dessa semana não passa. um beijo.

domingo, 20 de julho de 2008

Friend's Day

Hoje eu poderia escrever milhares de definições particulares sobre o que é amizade. Mas, estou certa de que meus amigos sabem muito bem o que é, sem precisar definições. Única coisa que vou fazer é concordar com Oscar Wilde, meus amigos são todos assim: metade loucura, metade santidade, metade bobeira, metade seriedade. Quero os que fazem de mim louca e santa, boba e séria, criança e velha.
E, mesmo que quase um clichê, a frasesinha do Fernando Pessoa é verdade pura: Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos".

Ah, feliz dia do amigo!

sábado, 19 de julho de 2008

Alguém que te inspire

Esses dias atrás eu estava completamente sem idéias sobre o que escrever neste humilde blog. Aí então foi que recebi uma dica; ter alguém que te inspire faz uma boa diferença.
Eu simplesmente estou passando dias felizes na minha vida. Eu gosto disso. Eu gosto quando toca o telefone. Eu gosto de sorrir todos os dias. Gosto. Isso me
faz bem.

Recordações

Faz duas semanas que estou em férias na minha cidade.
E, bem, nessas duas semanas pude dormir muito, ler muito e caminhar muito. É, tenho o hábito aqui em Santa Rosa de caminhar, na avenida ou no quartel; sedentária que sou, pelo menos as minhas caminhadas eu curto. Sempre gostei de caminhar, sozinha ou com quem quisesse me acompanhar. E essas caminhadas das minhas férias têm sido um tanto nostálgicas. Sim, isso porque a avenida a qual me refiro já foi o meu caminho de ida e volta da escola, já foi o lugar de caminhadas confidentes, de pedidos e banhos de chuva, de voltas das festas com o meu irmão e o carro a mil, já foi o caminho em que eu organizava e desorganizava meus pensamentos, enquanto ia do centro pra casa a pé, nas tardes quentes ou nos dias do vento gelado.
Ah, e o trajeto até a minha casa, fora da avenida e dentro do bairro, também soa nostálgico. Enxergo dez, doze anos atrás. Antes daquela casa amarela ser construída, era ali que a gente brincava nos montes de areia e levava os chingões quando os donos do terreno viam. Nessa rua tinha aquele pé carregado de amoras, saíamos de casa com um potinho, ficávamos horas colhendo e comendo amoras. Ali, na frente da minha antiga casa, eu brincava com as barbies, e o mais divertido era depois que chovia, a água ficava acumulada entre o cordão da calçada e a rua, então fazia a piscina das barbies. Não me perguntem como, mas eu lembro de cada coisa minuciosamente.
Então eu chego em casa. Agora eu sei que as minhas histórias não vão mais ser contadas pelas ruas de Santa Rosa. Mas sei que elas ainda guardam as minhas histórias, até quando minha memória se esforçar a recordar. Num tempo de 20 minutos, deu pra lembrar de grande parte dessas minhas histórias. E é bom não esquecê-las. Posso agora estar muito diferente, ter crescido, amadurecido e até mudado, mas muito do que fui revela o que me tornei.
E muito do que fui está escrito por aqui... nessas ruas, avenidas e nas minhas recordações.