quinta-feira, 12 de junho de 2008

doze de junho



Estou antecipando as comemorações do 20 de julho.
Feliz dia dos namorados para os apaixonados.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Experimentos.

Hehehe, então vou colocar aqui uma das minhas primeiras notícias. Tá, essa quem escreveu foi eu e a Gabi, e é para um trabalho de Redação Jornalística I.É o tal de jornal mural, que vai ficar pelos corredores da Unifra. Então, vai de presentinho aqui, já que ainda não foi publicada, e há dúvidas quanto a isso.

Música também é comunicação


Thedy Correa (compositor e vocalista da banda Nenhum de Nós) arranjou um jeito de expor todos seus sentimentos e, dessa vez, no seu livro Bruto, que reúne músicas e poemas, publicados em sua forma original e recheados de histórias reais.

O cantor e compositor esteve em Santa Maria no mês de maio, para um bate-papo sobre poesias, leituras e divulgando seu livro, Bruto, lançado em 2007(Ed. L&PM). No livro, estão seus poemas e suas músicas, e por trás de cada letra, está uma história real e apaixonante. As inspirações de Thedy vêm do poeta Vinicius de Moraes, pelo qual o cantor tem uma grande admiração. Incentiva a todos a participarem do mundo da literatura, pois “é por meio dela que podemos escrever coisas que não se vão com o tempo”, diz ele.
Enfatiza também o modo como gostaria que todos vivessem: intensamente, fazendo com que nenhum momento passe em vão, não sendo apenas ‘mais um’, e sim, com coragem e liberdade de expressão, poder comunicar nossos sentimentos e ideais.
Através de suas músicas, Thedy comunica-se com o mundo, principalmente com os jovens, que enxergam em suas composições situações semelhantes já vividas, como conflitos amorosos, a rebeldia adolescente, o mundo das drogas e também muito de “paz e amor”. Seu livro é a prova concreta de que a música é, sim, uma maneira interessantíssima de interligar entretenimento, literatura e comunicação.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Pra lembrar quem eu sou

E ontem eu resolvi esquecer tudo o que me faz mal.
porque as minhas lágrimas não caem mais, e era, sim, um dia especial.
vi tudo passar num segundo e, foi pouco tempo. Mas valeu...
Tenho certeza que eles sabiam, que muitos ali,
já sonharam que as pessoas eram boas em um mundo de amor...
E que também queremos dar um jeito de respirar, e deitar ao sol que brilha.
Nosso futuro é imprevisão (alguém me dê a mão?),
pelo espelho que a vida vai passar, e o tempo está no pensamento.

E lá estava eu, pra lembrar quem eu sou, e pra salvar o que ainda restou do nosso tempo...

sábado, 31 de maio de 2008

Novelinhas

Não sei vocês, mas eu não suporto o enredo dessas novelinhas. Mas não é de hoje, é claro. Não existe enredo mais previsível que o das novelas das oito da Globo. Vira e mexe tem um filho adotivo a procura da mãe, inimigos que quando vê são irmãos, madrasta que odeia enteado, mãe que tem um caso com o namorado da filha, a empregada negra trabalhando na mansão do personagem principal, provavelmente no cenário do Rio de Janeiro, mais especificamente em um bairro nobre tipo Leblon ou Copacabana. Tá bom. Se não bastasse, o último capítulo da novelinha sempre vira um fuzuê: alguém morre, todos casam e acabam felizes pra sempre, inimigas viram cúmplices e amigas, vezenquando a vilã se dá bem e vai pra Paris, o carinha vai pra cadeia e dois anos passam em três segundos. Ah, e olha que não assisti de cabo a rabo a novela, - além de não ser muito fã,- minha aula a noite não permite. Mas é, essa mania de assistir sempre o último capítulo e pronto, acaba entendendo toda a história. Até porque o que não mostra no último capítulo se deduz, porque assim, nada previsível, né.
Então, mais uma novelinha global chegou ao fim, e, no sábado de noite, todos aqui em casa - e provavelmente em muitas casas - estavam na sala(mesmo quem assistiu só ao último capítulo), suspirando e babando à magnífica ultima cena, como se fosse a Maria Paula ganhando o beijão do Ferraço.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Ela é muito mais

A minha vida não cabe nisso.
Ela não cabe nessas palavras, não cabe numa definição, não cabe no profile do meu orkut, e muito menos nas inúmeras fotos que posso colocar no meu álbum. Não cabe em milhões de gravações, nem em uma conversa longa pra falar dela. Ela não cabe na cidade onde eu moro e nem no número de pessoas que eu conheço ou amigos que eu tenho. Não caberia em uma dissertação, nem em um livro, não cabe nos meus textos e nem nesse blog. Ela é muito mais.
Minha vida, ela cabe no que eu sinto. Ela cabe no meu sorriso, na gargalhada com vontade que eu dou com as minhas amigas. Ela cabe na sinceridade do que eu sinto e do que eu falo, no sentimento que eu tenho com cada pessoa especial, cabe nas minhas idéias e no que eu penso. Cabe nos momentos com a minha família, num livro que dê prazer de ler e em uma música gostosa. Ela cabe no sábado ensolarado, no filme debaixo das cobertas, na risada de apertar os olhos e doer a barriga. Na viagem inesquecível e no pôr-do-sol, ela cabe nos momentos inusitados, nos choros inesperados e no abraço apertado, num beijo, na piada sem graça que ele contou, mas acabou sendo engraçada só porque era ele... Minha vida cabe naquele momento, naquele sentimento, naquele olho no olho, nas mãos dadas, nas pernas bambas do nervoso, na felicidade do que eu ja conquistei, e nos sonhos do que eu ainda tenho pra conquistar. Mas ela não cabe nesse texto, nem nesse blog, ela não caberia em um livro. Ela cabe em mim.

terça-feira, 13 de maio de 2008

distante.

É que exatamente no dia de hoje passou-se um ano e meio.
Dezoito vezes o dia treze. E sim, como eu imaginava, cada vez vai ficando mais distante, infelizmente é assim, passa o tempo, tudo parece ir murchando, tudo que aconteceu tá lá longe. O que sobra pra dizer é que eu ainda tenho saudades desse Beto inconseqüente, louco e bundão. E as lembranças, sim, estão aqui. E nada mais.

sábado, 10 de maio de 2008

Sorte de Hoje

Orkut - Sorte de Hoje : a sorte vem ao seu encontro
Que bom, queria saber que porra de sorte é essa, que não chega nunca.
Hahahhahaha.
Ai, superboas novidades, as vizinhas aqui de baixo mudaram de apê. Isso quer dizer: adeus incomodações infelizes com o síndico. Uh, antes tarde do que mais tarde, vamos comemorar com uma festinha e muitas, muitas pisadas.
E outra coisa, o dia hoje tá lindo, maravilhoso, céu azul, vento fresquinho, temperatura agradável e, no entanto, eu estou a me sentir um lixinho.
Eu acho que tá na hora de mudar.

deixar aqui os telhados de paris.

Venta
Ali se vê
Onde o arvoredo inventa um ballet
Enquanto invento aqui pra mim
Um silêncio sem fim
Deixando a rima assim
Sem mágoas, sem nada
Só uma janela em cruz
E uma paisagem tão comum
Telhados de Paris
Em casas velhas, mudas
Em blocos que o engano fez aqui
Mas tem no outono uma luz
Que acaricia essa dureza cor de giz
Que mora ao lado e mais parece outro país
Que me estranha mas não sabe se é feliz
E não entende quando eu grito

O tempo se foi
Há tempos que eu já desisti
Dos planos daquele assalto
E de versos retos, corretos
O resto da paixão, reguei
Vai servir pra nós
O doce da loucura é teu, é meu
Pra usar à sós
Eu tenho os olhos doidos, doidos, já vi
Meus olhos doidos, doidos, são doidos por ti
vitor ramil